Actualmente vivemos na era da comunicação e informação, na qual assistimos a uma revolução tecnológica pois as novas tecnologias estão cada vez mais enraizadas na sociedade actual.
Elas permitem comunicarmos com pessoas do outro lado do mundo, comprarmos produtos pela Internet, visitar salas de exposições, assistir a videoconferências na nossa própria casa. Existe a designação de aldeia global, pois a informação está ao alcance de todos onde quer que estejamos em cada canto no mundo. Contudo esta situação é reprodutora de desigualdades porque os países desenvolvidos são os que possuem meios tecnologicamente desenvolvidos ao contrário dos países mais pobres.
Em todo o mundo a tecnologia é utilizada no quotidiano dos cidadãos e a escola tem que caminhar paralelamente ao avanço da sociedade. A globalização está relacionada com a educação. A escola não pode continuar a ser uma instituição descentralizada para passar a ser uma instituição globalizada, contribuindo para aumentar a eficácia no ensino.
As mudanças na escola são sempre mais lentas do que as da sociedade, no entanto, as novas tecnologias estão a adquirir maior presença nas escolas pois tem que haver uma transformação. Elas têm um potencial enorme e podem mesmo ser implementadas desde o pré-escolar porque as crianças desta idade já possuem capacidades para se adaptarem às novas tecnologias.
Cada vez mais, impõe-se aos alunos, futuros cidadãos na vida de trabalho da sociedade, que adquiram continuadamente conhecimento, não de uma forma memorística mas construtivista para não se esquecerem rapidamente do que aprendem. O ensino tem que mudar na medida em que se devem desenvolver destrezas para o acesso à informação, em vez de se fomentar a reprodução de conhecimentos sem sentido.
Os alunos têm de ser preparados a procurar por eles próprios a informação, valorizá-la, fazerem a sua devida análise para depois a estruturarem, incorporando-a nos conhecimentos que já possuem. Este processo é adquirido através da prática num processo de reflexão e autocrítica.
É necessário uma reflexão sobre esta nova realidade, desde a teoria até à prática que ajude a compreender o papel das TIC nas diferentes áreas disciplinares. Elas também são essenciais para serem trabalhadas com alunos com necessidades educativas especiais ou dificuldades de aprendizagem.
Contudo, a escola actual, incluindo as universidades, não estão preparadas para a mudança. Tem que se mudar o modo de actuação dos professores em relação à aquisição e organização do conhecimento. Alguns professores consideram que o uso de computadores na escola está relacionado com o uso de meios didácticos, contudo, esta não é a melhor concepção pois seu uso está relacionado com o modo como manipulamos a informação e assim vamos construindo o nosso conhecimento. Muitos não estão capacitados para ensinar a utilização de meios que eles próprios desconhecem. Por vezes, impedem ou limitam os alunos a pesquisar informação e não permitem a existência de opiniões contrárias.
Assim, é necessário apostar-se na formação dos professores e os centros educativos têm de possuir recursos e formação actualizada para acompanharem as mudanças tecnológicas e deste modo as escolas funcionarem em função das mudanças sociais.
Bibliografia:
BARTOLOMÉ, Antonio (2002). “Sociedade del conocimiento, sociedad de la información, escuela” in ALÀS, Anselm et al. Las Tecnologías de la Información y de la comunicación en la escuela. Barcelona: Editorial Graó. pp: 13-30.
Elas permitem comunicarmos com pessoas do outro lado do mundo, comprarmos produtos pela Internet, visitar salas de exposições, assistir a videoconferências na nossa própria casa. Existe a designação de aldeia global, pois a informação está ao alcance de todos onde quer que estejamos em cada canto no mundo. Contudo esta situação é reprodutora de desigualdades porque os países desenvolvidos são os que possuem meios tecnologicamente desenvolvidos ao contrário dos países mais pobres.
Em todo o mundo a tecnologia é utilizada no quotidiano dos cidadãos e a escola tem que caminhar paralelamente ao avanço da sociedade. A globalização está relacionada com a educação. A escola não pode continuar a ser uma instituição descentralizada para passar a ser uma instituição globalizada, contribuindo para aumentar a eficácia no ensino.
As mudanças na escola são sempre mais lentas do que as da sociedade, no entanto, as novas tecnologias estão a adquirir maior presença nas escolas pois tem que haver uma transformação. Elas têm um potencial enorme e podem mesmo ser implementadas desde o pré-escolar porque as crianças desta idade já possuem capacidades para se adaptarem às novas tecnologias.
Cada vez mais, impõe-se aos alunos, futuros cidadãos na vida de trabalho da sociedade, que adquiram continuadamente conhecimento, não de uma forma memorística mas construtivista para não se esquecerem rapidamente do que aprendem. O ensino tem que mudar na medida em que se devem desenvolver destrezas para o acesso à informação, em vez de se fomentar a reprodução de conhecimentos sem sentido.
Os alunos têm de ser preparados a procurar por eles próprios a informação, valorizá-la, fazerem a sua devida análise para depois a estruturarem, incorporando-a nos conhecimentos que já possuem. Este processo é adquirido através da prática num processo de reflexão e autocrítica.
É necessário uma reflexão sobre esta nova realidade, desde a teoria até à prática que ajude a compreender o papel das TIC nas diferentes áreas disciplinares. Elas também são essenciais para serem trabalhadas com alunos com necessidades educativas especiais ou dificuldades de aprendizagem.
Contudo, a escola actual, incluindo as universidades, não estão preparadas para a mudança. Tem que se mudar o modo de actuação dos professores em relação à aquisição e organização do conhecimento. Alguns professores consideram que o uso de computadores na escola está relacionado com o uso de meios didácticos, contudo, esta não é a melhor concepção pois seu uso está relacionado com o modo como manipulamos a informação e assim vamos construindo o nosso conhecimento. Muitos não estão capacitados para ensinar a utilização de meios que eles próprios desconhecem. Por vezes, impedem ou limitam os alunos a pesquisar informação e não permitem a existência de opiniões contrárias.
Assim, é necessário apostar-se na formação dos professores e os centros educativos têm de possuir recursos e formação actualizada para acompanharem as mudanças tecnológicas e deste modo as escolas funcionarem em função das mudanças sociais.
Bibliografia:
BARTOLOMÉ, Antonio (2002). “Sociedade del conocimiento, sociedad de la información, escuela” in ALÀS, Anselm et al. Las Tecnologías de la Información y de la comunicación en la escuela. Barcelona: Editorial Graó. pp: 13-30.

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