Os professores nas mais diversas actividades recorrem à tecnologia ao longo do seu trabalho, nomeadamente com o uso do computador. É muito importante o uso destes novos meios tecnológicos ao longo da formação e em qualquer etapa.
As novas tecnologias estão ao serviço da educação e existem programas multimédia bastante didácticos que constituem um suporte para a introdução de novas aprendizagens, reforçando-as e sistematizando-as. Contudo, um professor não é bom, só porque tem um computador na sala de aula e dá permissão para os seus alunos o utilizarem. Toda a acção tem que ter sentido, um significado para haver aprendizagem. O professor deverá ser um guia num processo de conhecimento válido e não numa mera acumulação de informação. Deve implementar diferentes formas de trabalho na sala de aula utilizando o uso do computador como um recurso, promovendo a interacção de todos.
O computador pode ser utilizado individualmente para reforçar algum conceito concreto, ou por vários alunos da turma ao realizarem trabalhos de grupo mas sempre com a orientação do professor. Este também deve dar hipótese para os alunos trabalharem livremente com jogos ou programas educativos nos quais possam criar, tomar decisões, de forma a chegar a um determinado resultado. O computador pode ser assim utilizado para jogar, criar e aprender.
A questão principal sobre o uso dos meios informáticos e audiovisuais em educação relaciona-se com os usos concretos e não com os meios em si mesmos. Os alunos estão despertos para aprender, para construir e para eles tudo é novidade mas tem que haver uma boa orientação didáctica adequada porque eles não podem ocupar um papel passivo em frente ao computador.
Os materiais multimédia são uma ferramenta que permite o desenvolvimento e devem estar à disponibilidade de todos os alunos, pois estes aprendem mais rapidamente quando têm a oportunidade de os utilizar nas aulas.
Com a utilização de computadores, os alunos:
- Aprendem cada vez mais de forma autónoma e serem capazes de corrigir os seus próprios erros pois a autonomia desenvolve a responsabilidade na tomada de decisões;
- Desenvolvem destrezas e habilidades ao nível da motricidade fina e podem trabalhar a três dimensões;
- Compreendem melhor a linguagem icónica e visual ao utilizarem os ícones do computador para acederem a programas;
- Quando utilizam programas de desenho, podem imprimir o seu trabalho e depois guardá-lo;
- Aprendem a saber trabalhar em equipa com a colaboração de todos e a conviverem juntos, tomando decisões unânimes;
- Desenvolvem a curiosidade sobre o mundo real, formulam outras hipóteses e pensam de maneiras diferentes;
- Podem trabalhar com processadores de texto para ler e escrever, processadores de áudio (ouvem palavras), enciclopédias interactivas, materiais multimédia (com os jogos podem jogar e estar a aprender ao mesmo tempo) e a Internet (existem páginas de web interactivas e o correio electrónico para comunicarem uns com os outros).
Bibliografia:
GRANÉ, Mariona (2002). “Informática infantil? Por qué una computadora en infantil?” in ALÀS, Anselm et al. Las Tecnologías de la Información y de la comunicación en la escuela. Barcelona: Editorial Graó. pp: 61-67.
As novas tecnologias estão ao serviço da educação e existem programas multimédia bastante didácticos que constituem um suporte para a introdução de novas aprendizagens, reforçando-as e sistematizando-as. Contudo, um professor não é bom, só porque tem um computador na sala de aula e dá permissão para os seus alunos o utilizarem. Toda a acção tem que ter sentido, um significado para haver aprendizagem. O professor deverá ser um guia num processo de conhecimento válido e não numa mera acumulação de informação. Deve implementar diferentes formas de trabalho na sala de aula utilizando o uso do computador como um recurso, promovendo a interacção de todos.
O computador pode ser utilizado individualmente para reforçar algum conceito concreto, ou por vários alunos da turma ao realizarem trabalhos de grupo mas sempre com a orientação do professor. Este também deve dar hipótese para os alunos trabalharem livremente com jogos ou programas educativos nos quais possam criar, tomar decisões, de forma a chegar a um determinado resultado. O computador pode ser assim utilizado para jogar, criar e aprender.
A questão principal sobre o uso dos meios informáticos e audiovisuais em educação relaciona-se com os usos concretos e não com os meios em si mesmos. Os alunos estão despertos para aprender, para construir e para eles tudo é novidade mas tem que haver uma boa orientação didáctica adequada porque eles não podem ocupar um papel passivo em frente ao computador.
Os materiais multimédia são uma ferramenta que permite o desenvolvimento e devem estar à disponibilidade de todos os alunos, pois estes aprendem mais rapidamente quando têm a oportunidade de os utilizar nas aulas.
Com a utilização de computadores, os alunos:
- Aprendem cada vez mais de forma autónoma e serem capazes de corrigir os seus próprios erros pois a autonomia desenvolve a responsabilidade na tomada de decisões;
- Desenvolvem destrezas e habilidades ao nível da motricidade fina e podem trabalhar a três dimensões;
- Compreendem melhor a linguagem icónica e visual ao utilizarem os ícones do computador para acederem a programas;
- Quando utilizam programas de desenho, podem imprimir o seu trabalho e depois guardá-lo;
- Aprendem a saber trabalhar em equipa com a colaboração de todos e a conviverem juntos, tomando decisões unânimes;
- Desenvolvem a curiosidade sobre o mundo real, formulam outras hipóteses e pensam de maneiras diferentes;
- Podem trabalhar com processadores de texto para ler e escrever, processadores de áudio (ouvem palavras), enciclopédias interactivas, materiais multimédia (com os jogos podem jogar e estar a aprender ao mesmo tempo) e a Internet (existem páginas de web interactivas e o correio electrónico para comunicarem uns com os outros).
Bibliografia:
GRANÉ, Mariona (2002). “Informática infantil? Por qué una computadora en infantil?” in ALÀS, Anselm et al. Las Tecnologías de la Información y de la comunicación en la escuela. Barcelona: Editorial Graó. pp: 61-67.

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